A
experiência europeia é endereçada à tutela
e ao restauro do património edificado histórico e considera
património histórico um monumento individual como um inteiro
território historicamente conotado. O problema, no caso de Moçambique,
é complicado por toda uma série de questões, das
quais a debilidade dos sinais deixados das civilizações
do passado, a precariedade dos materiais e as diversas concepções
do espaço a habitar. Esta reflexão obriga-nos a pesquisar
para novos instrumentos conceptuais e para uma nova metodologia a aplicar
à realidade africana.