O
texto baseia-se num exame crítico da legislação
Moçambicana em matéria de uso do solo e planificação,
interpretando-a na sua evolução histórica e no
contexto social actual. A interrogativa, aparente, do título
encontra uma resposta na necessidade de reconsiderar o papel da produção
informal de habitações no desenvolvimento da cidade e,
consequentemente, de utilizar na planificação urbana instrumentos
inovadores em respeito a aqueles herdados da experiência europeia.